segunda-feira, 7 de julho de 2014

Liberdade de primavera


Eu sinto das flores de primavera o perfume que o vento traz
encontro deleites na vida que pelo homem são considerados banais,
de que vale se preocupar com a vida e imortal querer se fazer,
se a até as estrelas nos abandonam e são capazes de morrer.

Eu tenho esse sentimento em mim que posso chamar de meu
esperança que ilumina um céu que na noite muito permaneceu ,
absorvendo cada luz que hoje se encontra em meu caminho 
percebo  a dor e o vazio de quem esta sozinho .

Olha o que certas peculiaridades conosco faz
enxergamos no mundo a nossa volta coisas especiais
descobrimos na vida uma  razão para a mudança
e somos guiados por nosso amor e sonhos,
criando assim novas e eternas lembranças.

Quando as borboletas voam trazem graça e beleza
vivendo livres como assim  manda a natureza
e é a liberdade que almejo , o desfrutar de asas a bater
 a felicidade que se sente e poderíamos dela morrer. 

Autora : Samanta Aparecida Zubinha Maciel 


    






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