quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Xeque-Mate


Podres os que se vendem , malditos os opressores 
aqueles que nos exploram e nos causam tantas dores,
somos escravos de uma sociedade que veste a mascara da justiça
que tira dos fracos e pobres por pura e simples cobiça.

Quando se pensa no poder que esta no topo
ele parece onipotente ,
e o medo cresce em nosso peito fazendo-se presente 
mas eles não são meu Deus  afasto o sentimento da mente.

Em busca da verdade de provas pra nos salvar
não podemos perder a fé , temos que a mudança alcançar
o homem não deve ser um fantoche tem que ser livre pra viver
para encontrar alegria , beleza e prazer .

 Prontos para luta a entrada no combate 
seremos a nova ordem a dar o xeque-mate 
convicções , ideais , direito a vida 
mostraremos ao mundo que nem toda alma é  corrompida.

Da guerra voltam os vitoriosos os capazes de sobreviver
os que acreditavam no que estavam a fazer ,
assim seremos nós guiados pela luz do dever cumprido
por sermos guerreiros que na vida traçaram seus objetivos . 

Autora : Samanta Aparecida Zubinha Maciel

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