Cavaleiro negro sobre o disfarce de um anjo
encontrou tal inocência imaculada, como numa espécie de arranjo
os olhos de um devasso a alma de um libertino
cruzou com tal criatura e marcou seu destino.
Pura criatura nunca o mal havia enfrentado, assim não percebeu o perigo
ele a via como uma caça , ela apenas um amigo,
enquanto o céu era cinza o sol tentava as nuvens enfrentar,
mas as forças eram tão fortes , que impediam de lutar.
Sem querer na vista da noite, a pobre jovem foi seduzida,
nem sempre quem escuta nossos gritos é uma mão amiga,
lágrimas, dor, uma alma duramente torturada
ele via prazer , ela se sentia um nada.
Na fuga do monstro , ela comprometeu seu passado
e com desgosto viu se formar seu futuro
se ele a amou nem ele ao certo sábia
o certo é que graças a ele seu coração se tornou duro.
Não se pode tirar o pecado do pecador
mas pode-se tirar dele a redenção e a vida,
ele foi morto pelos olhos que um dia lhe olharam com gentileza,
ela matou em nome de sua alma perdida.
Autora : Samanta Aparecida Zubinha Maciel
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